Usina, fazenda, frigorífico ou comércio — se você faz mais de 8h por dia, trabalha no domingo ou não tira o intervalo completo, a empresa pode te dever. Descubra em poucos minutos, pelo WhatsApp.
Muita gente trabalha além da jornada e nem percebe que está deixando dinheiro na mesa. Veja se algum desses casos é o seu:
Você faz mais de 8 horas por dia (ou 44h na semana) e não vê esse extra no holerite.
Trabalha aos domingos ou feriados sem folga compensatória nem pagamento em dobro.
Seu intervalo de almoço é cortado, reduzido, ou você nem para de verdade.
Na safra, a jornada estica e ninguém fala em hora extra.
Você fica à disposição da empresa antes ou depois do horário, esperando transporte ou serviço.
Recebe hora extra, mas sem os reflexos no 13º, férias, FGTS e descanso semanal.
A Constituição (art. 7º, XVI) garante que toda hora trabalhada além da jornada normal seja paga com adicional de no mínimo 50%. Não importa o setor: usina, fazenda, frigorífico ou comércio.
Se a empresa não respeita o intervalo de almoço, esse tempo vira hora extra — é o que diz a Súmula 437 do TST. O mesmo vale para trabalho em domingos e feriados sem a devida folga.
No trabalho rural, o tempo de deslocamento até locais de difícil acesso e o tempo em que você fica à disposição da empresa também podem contar como jornada — vários tribunais ainda reconhecem as horas in itinere para o trabalhador rural.
E a hora extra paga errado gera reflexos: aumenta seu 13º, as férias + 1/3, o FGTS e o descanso semanal. Tudo isso pode ser cobrado dos últimos 5 anos.
Fundamentos: CF/88 art. 7º, XVI · CLT arts. 58 e 59 · Lei 5.889/73 (trabalho rural) · Súmula 437 do TST. Conteúdo informativo; os direitos dependem da análise do caso concreto.
Dependendo do seu caso, é possível pleitear na Justiça do Trabalho:
Conta o que aconteceu. Em poucas mensagens, eu identifico se há caso e quais documentos vou precisar.
Avalio sua situação sem custo. Te explico, em linguagem clara, quais direitos cabem e como funciona o processo.
Se houver caso, cuido de tudo e te acompanho em cada etapa pelo WhatsApp. Trabalho por êxito: só recebo se você ganhar ou se fizermos acordo.

OAB/MS 30.098
Sou advogado trabalhista e atendo trabalhadores de todo o Mato Grosso do Sul — da capital ao interior, do campo à cidade. Meu foco é quem trabalha duro e não recebe o que é seu.
Atendo de forma direta e sem juridiquês, pelo WhatsApp, do começo ao fim. Você sempre fala comigo, não com um robô.
A análise do seu caso é gratuita. E o trabalho é por êxito: eu só recebo se você ganhar ou se fizermos acordo. Seu interesse é o meu.
Pode. A lei protege você, e existem formas de buscar seus direitos mesmo ainda empregado. A gente conversa sobre a melhor estratégia para o seu caso.
Você tem até 2 anos após sair para entrar com a ação, e pode cobrar os últimos 5 anos trabalhados. Não vale deixar o prazo passar.
Ajuda muito — cartão de ponto, mensagens, escala, fotos ou uma testemunha. Mas me chame mesmo assim: na conversa eu te digo o que serve.
Conta. Jornada além de 8h, intervalo cortado, domingos e tempo à disposição geram direito — no campo como na cidade.
Tudo pelo WhatsApp. Você me conta o caso, eu analiso de graça e te explico em linguagem simples se vale a pena entrar.
Fale comigo agora pelo WhatsApp. Análise do seu caso gratuita, sem compromisso. Em alguns minutos você sabe se tem direito e o que pode receber.
Analisar meu caso agora